"O Banquete", de Patrícia Portela


LANÇAMENTO DIA 8 DE NOVEMBRO
Livraria Buchholz: Rua Duque de Palmela, nº4, Lisboa

Apresentação da obra pelo Presidente do Centro Nacional de Cultura,  Dr. Guilherme d’Oliveira Martins.
Concerto electrónico de Christoph De Boeck, baseado no design sonoro de “O Banquete”.
Leitura de excertos por Tónan Quito e Pedro Pires.
Brinde ruminante com os habituais acepipes... 

"O Banquete" é uma revisitação dos mitos definidores da Humanidade. Uma surpreendente mistura de ingredientes filosóficos e terrestres para mastigar a nossa imortalidade. O que nos diz uma notícia radiofónica sobre a Caverna de Platão? O que aconteceria se tivéssemos comido o fruto da segunda árvore do Paraíso? O que decidiram os pássaros no Encontro Máximo para Reavaliação da Lei Natural Aplicada aos Homens sobre a extinção da Humanidade? O que acontece a um Fausto que se recusa a cumprir o pacto que assinou com o Diabo? in www.caminho.leya.com


Uma das obras mais desarmantes que alguma vez li. Com um lirismo efabulado, a autora brinca com as ideias, desconcerta a cada capítulo, põe-nos a rir, baralha-nos as ideias e arrebata. in Diário Digital, por Sandra Gonçalves
Patrícia Portela convoca mitos, teorias científicas e uma assembleia de pássaros para pensar a quimera humana - José Mário Silva in Expresso 29 Set 2012

É uma obra mais do que desconcertante. (...) É um exercício de subtílissima ironia em que a natureza se encontra à procura, ou à descoberta de um sentido para a humanidade.
(Guilherme d'Oliveira Martins in "Ensaio Geral" na Rádio Renascença)

Uma obra que conjuga uma inteligência rara com um bom humor desarmante no tratamento de uma questão eterna: a (i)mortalidade. O Banquete é uma revisitação dos mitos definidores da Humanidade.

(Editorial Caminho)

Uma surpreendente mistura de ingredientes filosóficos e terrestres para mastigar a nossa imortalidade.
(Catherine Makereel in Le Soir)

A autora mais desconcertante da literatura portuguesa recente. (Miguel Real, JL, 2010)