Patrícia Portela é revelação da década para o JL e para o Ypsilon do Público

Patrícia Portela é mencionada pelo jornal de Letras nas áreas de literatura, teatro e dança como uma das revelações do milénio, por Miguel Real, Maria Helena Serôdio e Cláudia Galhós respectivamente e pelo suplemento Y do jornal Público, por Tiago Bartolomeu Costa.

”Patrícia Portela (uma autêntica Herberto Helder da Prosa), autora dos romances mais imaginosos e experimentais da década, Odília, ou a História das Musas confusas no Cérebro de Patrícia Portela e Para cima e não para Norte".
Miguel Real
“podemos encontrar na dança e teatro português contemporâneo autoral diversos exemplos (de uma recuperação da dimensão poética), em outros nomes(...) Miguel Pereira, Cláudia Dias, Circolando, Paulo Ribeiro, Clara Andermatt, Tânia Carvalho, Patrícia Portela, Joclézio Azevedo, Tiago Guedes, entre outros."
Cláudia Galhós
"a década permitiu o surgimento de nomes nos mais diversos domínios, alguns dos quais acabaram premiados: Teatro Praga, Patrícia Portela, Tiago Guedes, Tânia Carvalho, Cláudia Dias, Circolando, Mala Voadora, Sónia Baptista, Tiago Rodrigues, José Maria Vieira Mendes, André Mesquita, Primeiros Sintomas e Miguel Pereira."
Tiago Bartolomeu Costa