ODÍLIA _em detalhe













um espectáculo multimédia para os jovens dos 8 aos 16 anos

uma história sobre musas confusas entre os cérebros de Patrícia Portela, Célia Fechas, Chris
toph de Boeck, Bart Van Den Eynde, Leonardo Simões, Irmã Lúcia Efeitos especiais, Zé Rui, Claúdia Rodrigues, entre outros.

| SINOPSE ODILIA |
« Odília », é uma musa confusa. Quando tinha 7, 8, 9, quase 30 anos, viu um anúncio no jornal para tarefas inspiradoras e concorreu. Quando chegou às entrevistas, estava atrasada e já não havia mais nenhuma vaga, e Odília, sentindo-se a única musa desempregada no mundo, sai porta fora, e corre, corre, corre, corre, até tropeçar numa outra musa,…Penélope, a sua solidão…
“Odília” é uma viagem pela casa das ideias e das impressões, como naturezas mortas do cérebro. Um labirinto de pensamentos, como se nos pudéssemos embrenhar numa teia infinita dentro da nossa cabeça, à procura de princípios. Onde será que tudo começa?

| EQUIPE |
Texto selecção de imagens e espaço Patrícia Portela
Performer Célia Fechas
Dramaturgia Bart Van Den Eynde
Design sonoro e música Christoph de Boeck
Direcção de Fotografia e imagem vídeo Leonardo Simões
Composição gráfica dos vídeos e programação Irmã Lucia Efeitos Especiais
Design de Luz Zé Rui
Construção do cenário Helder Cardoso
Estruturas de Metal Leonel & Bicho
Direcção Técnica Cláudia Rodrigues
Duração: 1h
Língua: Pode ser apresentado em Português, Francês, Neerlandês, Inglês, Espanhol , Italiano e meio alemão meio inglês.
Uma produção Prado (PT) em parceria com Laika (BE)
Projecto subsidiado pelo IA/MC 2006 | Laika tem o apoio da Vlaamse Gemeenstschaap.
Co-produção de Festival Temps d’Images / CCB / Tanzhaus Dusseldorf
Apoio e residência Lugar Comum e ZDB
Apoio logístico de CML arquivo histórico municipal, SONY Portugal, TESA, BOSCH
Prado tem o apoio para consolidação da Fundação Calouste Gulbenkian em 2006 e o apoio do Instituto Camões para a itinerância internacional.
Um agradecimento especial ao apoio dado a este projecto pelo Teatro Viriato, Festival Circular, Transforma, Wpzimmer, e ainda Steven Brys, Helena Serra, Patrícia Bateira, Eva Nunes, Luís Rego, Fernando Monteiro, João José Palma Bértolo, Jean Paul Lespagnard, Inês Barahona, entre outros.

Estreia a 8.10.2006 no CCB/Festival Temps d’images
Apresentado no Teatro Viriato, em Viseu, na ZDB em Lisboa, em Tanzhaus, em
Dusseldorf e em Oslo no Apneteater.
Em itinerância pela Bélgica em Abril e Maio de 2008.
| FRAGMENTOS DO TEXTO |
“As musas nascem entre o dedo mindinho, o coração e o cérebro humano. São muito pequeninas, muito microscópicas, (...). Navegam de forma organizada e activa pelo cérebro, e para comunicar entre si fazem-no através detudo através de impulsos eléctricos e reacções químicas.(...)
Existem musas normais e musas confusas: as musas normais são tamanho S,M,L ou XL, inebriam, embriagam enfeitiçam inspiram, e aparecem antes, durante ou por causa do processo criativo transformando uma ideia luminosa num corpo divino e tangível. Aparecem frequentemente nuas ou semi-nuas em vestes transparentes e são responsáveis pela poesia erótica, pelo delírio romântico e pela Música do Universo. São umas grandes convencidas e só usam roupa de marca e há quem diga que vivem em museus mas é mentira, só lá estão nas férias grandes e às segundas feiras...
As musas confusas... as musas confusas como Odília são... são exactamente o mesmo e exactamente ao contrário… em vez de andarem a inspirar procuram constantemente alguém que as inspire. Todas têem dois olhos negros, cada um por diferentes razões. Cheiram todas muito mal, o que é natural pois usam sempre o mesmo vestido mas felizmente nos quadros, nos livros e nos filmes não se nota muito (...)
Curiosamente, e este é um dos segredos mais bem guardados da história da inspiração: todas as musas, confusas ou não, são analfabetas, não sabem ler nem escrever e é por isso que precisam dos poetas, e os perseguem inconscientemente; … e constantemente! Mas elas não sabem disso, claro, caso contrário não seria inconsciente. Ah! Outro segredo: todos os poetas devem ficar caidinhos de amores pelas suas musas, mas o contrário nunca, NUNCA deve acontecer. Mas as musas também não sabem disto (...)

Texto de Patrícia Portela
| PRESS |
« (…) mais uma peça bem sucedida de Patrícia Portela, desta vez para um público jovem »

in JL
| BIOS |
Patrícia Portela (1974)
Bacharelato em realização plástica do espectáculo na ESTC em Lisboa, MA of Arts in Scenography na Faculty of Theatre the Utrecht e Central St. Martins College of Art, European Film College na Dinamarca.
Trabalha desde 1994 para diferentes companhias de teatro independente sobretudo como figurinista e cenógrafa e em guarda-roupa e decoração em curtas metragens.
Escreveu e coordenou várias performances das quais destaca “Operação cardume rosa”, 1998, “T5” (Prémio
Encenação Teatro na Década), 1999 com o grupo “O resto” ou “Lan Tao”, 2000, “Odilia” 2002,
“oogopslag”, 2003 e 2004.
Desde “Wasteband”, 2003 (Prémio Reposição Teatro na Década e Menção Honrosa do Prémio Acarte/Madalena de Azeredo Perdigão) o foco principal é a relação entre tempo e espaço, virtualidade e realidade nas artes performativas e na vida quotidiana através do texto e da linguagem, e do uso da tecnologia em “palco”. “Flatland I” obteve o prémio Madalena de Azeredo Perdigão e foi considerado um dos melhores espectáculos do ano pela crítica do Expresso e do Diário de Notícias. Neste momento encontra-se em digressão nacional e internacional com os espectáculos anteriores e com a estreia de “odilia”, um espectáculo sobre musas confusas para um público jovem.
Célia Fechas (Porto, 1977)
Fez a Licenciatura em Estudos Teatrais na ESMAE em 1999; foi aluna de Polina Klimovitskaya, Rogério de Carvalho, Luís Madureira,entre outros; trabalhou com Graem Pulleyn, Peter De Bie, Walter Janssens, Hanneke Pauwee, Nuno Cardoso, Pierre Voltz, Andrzej Sadowski, Patricia Portela, entre outros; trabalhou recentemente com o Teatro Regional da Serra do Montemuro ("Eira dos Cães","Carrada de Bestas"), companhia belga Laika ("Hotel Tomilho", "Peep&Eat", "Sensazione"), Hanneke Pauwee ("Smeltende Gedachten", "Rendez-Vous"), e Patrícia Portela ("Odilia"), tendo apresentado espectáculos em Portugal, França, Itália, Alemanha, Bélgica e Holanda.

Christoph De Boeck (1972)
Estudou literatura e teatro na Universidade de Antuérpia, onde completou a sua tese de doutoramento em « Bertolt Brecht, theatricality and contemporary 'postbrechtian' dramaturgy ». Escreveu para várias revistas especializadas e colaborou com diferentes projectos teatrais e video performances como músico. Trabalhou como designer de som e músico enquanto termina o seu pós-doutoramento em «dramaturgia do som» no departamento de «Performance Studies » da Universidade de Antuérpia.
Christoph De Boeck em parceria com Heine R. Avdal e Yukiko Shinozaki fundou Deep Blue; produzem dance /performances onde o som e a imagem mantêem uma relação de tensão com o movimento. Juntos criaram "terminal" (2002) e "closer" (2003). Em colaboração com Patrícia Portela, trabalha em performances que combinam texto, imagem e som (Wasteband, 2003; Flatland, 2004). Com Eavesdropper, Kreng e Edward Capel apresentaram Tunnel, uma performance sonora criada para o Teatro Nacional de Antuérpia em 2002.
Irmã Lucia Efeitos Especiais
É uma empresa especializada na produção de imagem de síntese e execução de grafismo para vídeo, cinema e outros suportes multimédia. Os seus clientes são, na sua grande maioria, agências de publicidade, produtoras e pós-produtoras de filmes. A Irmã Lucia está particularmente vocacionada para a execução de efeitos especiais de pós-produção que requerem o recurso a ferramentas de 3D/2D. Possui também um departamento multimédia, apoiado pelo POE – Programa Operacional de Economia que se dedica à transcrição entre formatos media e execução de DVDs.
Os seus quadros são profissionais com formação específica na área do tratamento e processamento de imagem de síntese e contam com vários anos de experiência profissional em estreita colaboração com empresas de desenvolvimento de soluções gráficas em vários países (Canadá, Estados Unidos, Espanha, Reino Unido, Israel, etc...). Nos últimos anos têm coordenado várias instalações pioneiras em Portugal, nomeadamente no advento da cenografia virtual e na integração de soluções gráficas em televisões e produtoras de filmes.
A especificidade dos serviços prestados e as relações privilegiadas que mantêm com diversos sectores do mercado audiovisual permitiu, num curto espaço de tempo, a constituição de uma carteira de clientes diversificada e fidelizada. Alguns exemplos são: Animatografo2, Bikini, Cinétévé ( França ), David & Golias, Endemol, Videoeffecto ( Espanha ), Fado Filmes, Link, Rosafilmes, Som de Lisboa, Tangerina Azul.

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Pedro Pires
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m. 00.351.967934938

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