Banquete - Em detalhe

Introdução
Imaginem que somos convidados a celebrar o fim da Humanidade enquanto conceito sociológico e politicamente complexo, carregando milhares de anos de História mal resolvida às suas costas. Imaginem ainda que, e simultaneamente, celebramos a primeira geração de clones para os quais contribuímos com o nosso DNA e as nossas memórias ao participar neste “Banquete”. Clones que serão o futuro “homo-narrationalis”. Um novo Homem Emocional, com uma enorme “database” de informação histórica, política, cultural e sociológica por um lado, mas no entanto, sem qualquer ligação, empatia ou envolvimento pessoal a qualquer facto do passado. Um Homem consciente da ficcionalidade das suas origens e raízes. Da ficcionalidade das suas memórias. Um Homem com a verdadeira possibilidade de começar de novo, de agarrar uma segunda hipótese. Estaremos preparados para tomar esta decisão e ser responsáveis pelo último salto da Humanidade num modelo desconhecido?

Banquete é um projecto transdisciplinar onde performers, videastas, um designer de som, cientistas entrevistados e uma chefe de cozinha constroem, em conjunto, uma performance-ambiente. Este evento é simultaneamente um jantar, um espectáculo muito subtil, um ambiente inesperado, um concerto estranho, e sobretudo, e um debate aceso mas silencioso e penetrante sobre clonagem, imortalidade e memória. Um pianuter (um piano modificado geneticamente, concebido e interpretado por Christoph de Boeck dará início ao ambiente do banquete, oferecendo uma multiplicidade de atmosferas através de mudanças subtis e minimais, fazendo viajar o som de mesa em mesa, e de regresso ao seu piano.
Ponto de partida
Este projecto é baseado na definição grega de “Banquete” ou “Simpósio” (de Platão), numa época em que as discussões entre filósofos eram precedidas por faustosos jantares após os quais se serviam os temas para debate “à mesa”. O objectivo da nossa pesquisa é imaginar e tentar reproduzir qual será o ambiente e quais os temas de um simpósio do século XXI. Qual será a ementa apropriada para debater as catástrofes naturais do mundo actual? As emoções? Qual será a melhor atmosfera para pensar, ouvir e reflectir sobre a condição humana? Como poderemos apresentar e representar temas intemporais no séc. XXI? Como iniciar o diálogo entre dois espectadores estranhos entre si, sem os apresentar e como criar o espaço, o tempo e o tema de discussão entre eles?
Pormenores, exemplos
Durante a noite, é possível que um empregado de mesa se apaixone inesperadamente por um espectador e lhe sirva lagosta enquanto todos os outros convidados comem frango. Pratos de apresentação cuidada serão servidos a lugares vazios, em homenagem aos fantasmas presentes. Após a sopa ou o primeiro consomé, todas as colheres serão levantadas por empregados de luvas esterilizadas e sacos de plástico etiquetados, para análise posterior. Bolinhos chineses da sorte serão servidos com os aperitivos, enquanto cocktails especiais, (cujos efeitos secundários se desconhecem) são oferecidos numas mesas e noutras não.Seguem-se questionários sobre clonagem, histórias sobre a comprovada capacidade para imortalizar de certos ingredientes do menu, ou informação sobre a dieta de Imperadores que morreram muito velhinhos.Mesmo antes de chegar a sobremesa, Dr. Fausto “sobe ao palco” para falar de imortalidade.Objectivos
Banquete é um projecto de pesquisa sobre a criação de ambientes sociais artificiais. O objectivo é desenvolver uma composição fixa que possa ser aplicada a diferentes espaços de acordo com as especificidades de cada contexto. A partir da mesma estrutura, procuramos criar diferentes possibilidades de intersecção entre vídeo, imagem, texto, música e comida, de forma a construir espaços imaginários e performances quase invisíveis. O resultado final pretende-se que seja um ambiente que não se consiga facilmente identificar. A combinação dos sabores da comida, a atmosfera provocada pela música, as histórias futuristas e tradicionais, as imagens de vídeo, e a mistura de conversas entre espectadores produzirá uma noite de falso glamour, ficção científica deslocada e de estranha performance.


Imprensa


“Surpreendente mistura de nutrientes terrestres e filosóficos para morder a nossa imortalidade. Bom apetite!”
Catherine Makerell in Le Soir


Historial

Estreia: 20 a 24 Novembro 2007 . Vooruit, Ghent (BE)
26 a 29 Novembro 2007 . Bozar, Brussels (BE)
31 Maio a 3 Junho 2008 . Alkantara Festival, Lisboa (PT) 5
Junho 2008 . Centro Cultural e de Congressos, Caldas da Rainha (PT)
14 Junho 2008 . Centro Cultural Vila Flôr, Guimarães (PT)
Outubro 2008. Buda, Kortrijk (BE)
Fevereiro de 2009, Festival VEO, em Valência
14 e 15 de Outubro - Bruxelas  - Les Brigittines
Nr de espectadores : Max: 100 Min 35
Duração: 3 h (jantar + performance)
Língua : Falado em inglês com possibilidade de tradução em legendas ou de voz (dependendo do país)
FICHA TÉCNICA
Título Banquete
Texto, conceito & cenário Patrícia Portela
Design sonoro & música Christoph de Boeck
Chef Annick Gernaey
Performers live e audio Célia Fechas, Sara Gebran, Tonan Quito, Yukiko Shinozaki / Saori Miyazawa , Anton Skrzypiciel
Design de Luz Zé Rui
Imagem vídeo das entrevistas Leonardo Simões
Tapete vídeo Irmã Lucia efeitos especiais
Montagem entrevistas Els Van Riel
Construção do cenário Koen Raes
Lay out menu Christelle Fillod
Melancolia & pesquisa Stef Franck
Pesquisa Portugal Nuno Branco & António Saraiva
Direcção técnica Cláudia Rodrigues
Software e técnico de som Fabrice Moinet
Contra regra (a decidir em itinerância)
Direcção de Produção Leen Driesen
Assistente de Produção BE Marie-Helène Hellebout
Apoio produção executiva PT Hélio Mateus
Tour management Eva Nunes
Producção Deepblue (BE) and Prado (PT)

Co-producção Vooruit (BE), Buda Kortrijk (BE), Alkantara (PT), ZDB (PT)
Em colaboração com BOZAR (BE)
Subsidiado por Ministério da Cultura / Direcção Geral das Artes (PT), Vlaamse Gemeenschap (BE)
Apoios Van Innis (BE), Grottes de Sel (BE), Colruyt (BE), YUZU (BE), Nong Cha Tea Shop Brussels (BE), Ginjinha de Obidos (PT), Bolo Chabom (PT), Hospital Santa Maria (PT), AÈME (PT), Portugal Gourmet (PT), TAP Portugal (PT), Nutricafés SA (PT), Braz & Braz (PT)
Apoio a Residências Teatro Viriato (PT), Wpzimmer (BE)
Agradecimentos a entrevistados: Prof. Dr. João Lobo Antunes (PT), Prof. Francisco Varatojo (PT), Prof. Lourenço Azevedo (PT), Dr. Vasco Santos, Prof. Franck Raes (BE), Prof. Van Cawenberge, Prof. Jean Jacques Cassiman, Prof. Jean Paul Van Bendegem, Ann Meulders, Lieve Driesen
Agradecimentos a Helena Serra, Sofia Machado, Patrícia Costa, Miguel Machado, Steven Brys, Ludo Engels, Els Van Riel, Nicole de Boeck, e a todos os voluntários de Vooruit e Bozar pela ajuda indispensável.


CONTACTO TOUR E DIRECÇÃO TÉCNICA Cláudia Rodrigues
m1. 00.351.960 158 207
c_rodrigues@netcabo.pt  m2. 00.351.91 670 07 66

Bios

Patrícia Portela (1974) Bacharelato em realização plástica do espectáculo na ESTC em Lisboa, MA of Arts in Scenography na Faculty of Theatre the Utrecht e Central St. Martins College of Art, European Film College na Dinamarca. Trabalha desde 1994 para diferentes companhias de teatro independente sobretudo como figurinista e cenógrafa e em guarda-roupa e decoração em curtas metragens. Escreveu e coordenou várias performances como “Wasteband”, 2003 (Prémio Reposição Teatro na Década e Menção Honrosa do Prémio Acarte/Madalena de Azeredo Perdigão) , “Flatland I” 2004 ( prémio Madalena de Azeredo Perdigão 2004) , Trilogia Flatland (Menção especial Prémio da Crítica Portuguesa 2006), Odilia 2006 ou o Banquete 2007, o foco principal é a relação entre tempo e espaço, virtualidade e realidade nas artes performativas e na vida quotidiana através do texto e da linguagem, e do uso da tecnologia em “palco”. Neste momento encontra-se em digressão nacional e internacional .

Christoph De Boeck (1972) Estudou literatura e teatro na Universidade de Antuérpia, onde completou a sua tese de doutoramento em « Bertolt Brecht, theatricality and contemporary 'postbrechtian' dramaturgy ». Escreveu para várias revistas especializadas e colaborou com diferentes projectos teatrais e video performances como músico. Actualmente trabalha como designer de som e músico enquanto termina o seu pós-doutoramento em « dramaturgia do som » no departamento de « Performance Studies » da Universidade de Antuérpia. Christoph De Boeck como Audiostore cria som e música para dança, performance e teatro. Em parceria com Heine R. Avdal e Yukiko Shinozaki fundou a Deep Blue; produzem dance/performances onde o som e a imagem mantêem uma relação de tensão com o movimento. Juntos criaram "terminal" (2002) e "closer" (2003). Em colaboração com Patrícia Portela, trabalha em performances que combinam texto, imagem e som (Wasteband, 2003; Flatland, 2004). Com Eavesdropper, Kreng e Edward Capel apresentaram Tunnel, uma performance sonora criada para o Teatro Nacional de Antuérpia em 2002. Em 2003 ganhou o primeiro Prémio do concurso organizado pelo Concertgebouw em Bruges, "Liesbeth concours", pela sua interpretação em música electrónica do 3º Concerto para Piano de Rachmaninov.

Annick Gernaey Estudou como cozinheira na Eveningschool Provincial Institute Antwerp entre 1998-2001, e frequentou Communications na Provincial Highschool Antwerp entre 1987-1989. Fundadora e principal responsável pela empresa de catering foodlovers companie desde 2001. Entre 1999 e 2001 foi Segunda chefe no restaurante ‘De kleine Zavel’, Antuérpia. De 1997 a 1999 Foi assistente de educação para a CBW, Antuérpia (Centro de Imigração) de 1993 a 1997 e assistente de educação e professora para a MIKST, Vilvoorde (Centro de Imigração). www.foodloverscompanie.be

Anton Skrzypiciel (1960, Australia) Estudou na Melbourne State College-Bachelor of Education Majoring in Drama and English, estudou com Lindy Davies, na Webber Douglas Academy of Dramatic Art, Londres, e no Laban Centre for Movement and Dance, Londres. Trabalhou com Geographical Duvet, Aleeta Collins, Lea Anderson, e Lloyd Newson em Londres; com Adventures in Motion Pictures/Matthew Bourne, Londres, Angelika Oei, Holanda e com o Ballet Ensemble Landestheatre Linz/Robert Poole, Austria (entre outros). A sua colaboração mais longa e notável foi com Rui Horta em SOAP Dance Theatre Frankfurt e como “solo performer” in Rui Horta Company. Foi também assistente de Rui Horta em várias produções e reensaiou o seu reportório para várias companhias europeias. A sua última produção foi BURGHER KING LEAR com João Garcia Miguel, Portugal
Yukiko Shinozaki Estudou ballet clássico durante 12 anos em Tokyo. Em 1988 mudou-se para os E.U.A. Onde estudou dança moderna na Portland State University em Oregon, onde se formou também em psicologia. Mudou-se para Nova Iorque em 1992 onde trabalhou com Donna Uchizono, Mia Lawrence, Apostolia Papadamaki, Yasmeen Godder entre outros. Apresentou as suas peças em diferentes espaços em N:Y. Em 1997 mudou-se para a Bélgica para trabalhar com Meg Stuart/Damaged Goods. Participou em Splayed Mind Out, appetite, e Highway 101. Em 2000 Shinozaki e Heine R. Avdal criaram um dueto, Cast off skin, apresentado em vários teatros da Europa. A partir de 2002 passou a trabalhar com Heine R. Avdal e Christoph De Boeck, fundando em conjunto a companhia deepblue. E criando Terminal e Closer com Heine R. Avdal e Christoph De Boeck. Em 2004-2005 colaborou com a artista visual francesa Christelle Fillod no solo ‘breaking through the roof of its house’ e na performance ‘inner horizon’ estreada no Kaaitheater em 2005. Em 2007 trabalhou em conjunto com a coreógrafa japonesa Un Yamada em ‘hibi’, estreado em Tokyo em Janeiro 2007.

Célia Fechas (1977, Porto) Fez a Licenciatura em Estudos Teatrais na ESMAE em 1999; foi aluna de Polina Klimovitskaya, Rogério de Carvalho, Luís Madureira, entre outros; trabalhou com Graem Pulleyn, Peter De Bie, Walter Janssens, Hanneke Pauwee, Nuno Cardoso, Pierre Voltz, Andrzej Sadowski, Patrícia Portela, entre outros; trabalhou recentemente com o Teatro Regional da Serra do Montemuro ("Eira dos Cães","Carrada de Bestas"), companhia belga Laika ("Hotel Tomilho", "Peep & Eat", "Sensazione"), Hanneke Pauwee ("Smeltende Gedachten", "Rendez-Vous"), e Patrícia Portela ("Odília" e “Banquete”), tendo apresentado espectáculos em Portugal, França, Itália, Alemanha, Bélgica e Holanda.

Sara Gebran (1964, Venezuela) Bailarina, coreógrafa e professora de dança. Criada numa família libanesa, mudou-se para a Dinamarca em 1996. Tem o curso de urbanização da Universidade Simon Bolivar, Caracas, 1987. Abandonou a sua carreira como urbanista para se dedicar à dança contemporânea em 1989 e graduou-se como bailarina no Instituto Superior de Danza em Caracas em 1992. Continuou o seu estudo em Release Technique e improvisação em Nova Iorque até 1995, onde estudou também Klein Technique e Astanga yoga. Começou a apresentar as suas coreografias em 1994 e apresentou e colaborou em vários projectos em vários festivais: Nova Iorque, Londres, Amesterdão, Helsínquia, Estocolmo, Marselha, Hamburgo, Montreal, Caracas, Dinamarca. Recebeu o Prémio Bagnolet/Scandinavian Platform pela sua coreografia BANQUETE de PATRÍCIA PORTELA SHE SHRIENKS em 1999, entre outros prémios. Sara encontra-se de momento em tournée com o seunovo solo pela Europa, Médio Oriente e Brasil e criando um programa de intercâmbio e desenvolvimentoentre artistas do Médio Oriente e da Escandinávia intitulado ”Ex:changing Memories of Movements”.Ensina dança profissional a estudantes na Dinamarca e no estrangeiro. A sua companhia Public Eyewww.public-e.dk (not updated) tem por base temas sociais e políticos com ironia, humor e seriedade. Oseu estilo coreográfico baseia-se na fragmentação de cenas , movimentos e ritmos, e na ligação dediferentes formas de arte.
Tónan Quito (1976)Tem o Curso de Formação de Actores da Escola Superior de Teatro e Cinema. Começou o seu percursocomo actor com o Quarto Período – O do Prazer. Estreou-se profissionalmente no Teatro da Cornucópia,onde foi dirigido por Luís Miguel Cintra e Christine Laurent. Trabalhou com António Fonseca, AntónioPires, Luís Assis, Lúcia Sigalho, Joaquim Horta, Paula Diogo, Carlos J. Pessoa, Nuno Cardoso, Nuno M.Cardoso, António Catalano, João Mota e Tiago Rodrigues. Trabalhou ainda com O Meu Joelho e Truta.Em cinema trabalhou com Miguel Angél Vivas, Inês Oliveira, Jorge Silva Melo, Felipe Melo e JoaquimLeitão. Em 2003 fundou a Truta – Associação Cultural.
Irmã Lucia Efeitos Especiais é uma empresa especializada na produção de imagem de síntese e execução de grafismo para vídeo, cinema e outros suportes multimédia. Os seus clientes são, na sua grande maioria, agências de publicidade, produtoras e pós-produtoras de filmes. A Irma Lucia está particularmente vocacionada para a execução de efeitos especiais de pós-produção que requerem o recurso a ferramentas de 3D/2D. Possui também um departamento multimédia, apoiado pelo POE – Programa Operacional de Economia que se dedica à transcrição entre formatos media e execução de DVDs. Os seus quadros são profissionais com formação específica na área do tratamento e processamento de imagem de síntese e contam com vários anos de experiência profissional em estreita colaboração com empresas de desenvolvimento de soluções gráficas em vários países (Canadá, Estados Unidos, Espanha, Reino Unido, Israel, etc...). Nos últimos anos têm coordenado várias instalações pioneiras em Portugal, nomeadamente no advento da cenografia virtual e na integração de soluções gráficas em televisões e produtoras de filmes. A especificidade dos serviços prestados e as relações privilegiadas que mantêm com diversos sectores do mercado audiovisual permitiu, num curto espaço de tempo, a constituição de uma carteira de clientes diversificada e fidelizada. Alguns exemplos são: Animatografo2, Bikini, Cinétévé ( França ), David & Golias, Endemol, Videoeffecto ( Espanha ), Fado Filmes, Link, Rosafilmes, Som de Lisboa, Tangerina Azul.

Stef Franck (1965) é um videasta entusiasta da alquimia e do esoterismo, formas arcaicas de pensamento que emergiram com os artistas da Renascença, devoções populares e a elegância da dança contemporânea. Criou vídeos e instalações para coreógrafos como Eric Raeves e Marc Vanrunxt em harmonia com o respectivo vocabulário coreográfico de cada um, sempre com um aceno à filosofia intrínseca da arquitectura paisagística de séculos passados. Inspirado pelos alquimistas tenta incorporar os quarto elementos no seu trabalho para convidar à reflexão ou à meditação. O seu trabalho mis recente revela uma crescente tónica pessoal que mistura memoria e nostalgia numa torrente de imagens. Excertos da sua triologia ’Conceit’ – que venceu a Springdance Filmcompetition em1996 – foram apresentados em festivais e cidades tão variados como Paris (Centre Pompidou), Montreal, Lausanne, Edimburgo, Oberhausen, Barcelona, Damasco, Veneza,, Osnabrück, Lisboa, Estocolmo, Amesterdão e Nova York. Mais recentemente criou uma instalação para o MoMu (Fashion Museum Antwerpen) utilizando como tema motives de obsessões geométricas de coreógrafos com um fundo sonoro minimalista de Audiostore. Stef Franck foi o editor (1989 -1999) e responsável pela edição final (1990 -1999) da publicação belga de critica de media AS. Enquanto curador do Centre for the Image coordenou os festivais de new media TechnoLust e Kino-Eye (Antwerpen (B), 1996 -1999). Foi igualmente o coordenador de APT (Arts Performance Theatricality), um curso de Pós-graduação multi-disciplinar (2001-2003). Presentemente trabalha no VDFC, uma estrutura parceira do Royal Belgian Filmarchive.